Num mundo onde temos os e-mails substituindo as correspondências e a possibilidade de conversarmos instantaneamente com pessoas até de outros países por meio de programas, a WEB 2.0 trouxe diversas transformações.
A Copa do Mundo na África ficou marcada pelo uso do Twitter, que permitiu que milhares de internautas do mundo inteiro (entre pessoas comuns e celebridades) compartilhassem instantaneamente suas impressões sobre cada lance dos jogos, além do inusitado "Cala a Boca Galvão".
Agora o mundo das finanças se faz presente nas redes sociais. Depois da mudança na maneira como as pessoas se relacionam entre si, a web 2.0 começa a lançar seu efeito transformador sobre a forma como as pessoas lidam com seu dinheiro. As redes sociais mostram seu poder também no mercado financeiro e empresas pequenas e novatas saltam na frente dos grandes bancos no uso da Internet como negócio.
No Brasil e nas maiores economias do mundo, os Bancos já tiraram proveito dessas oportunidades, que dia após dia surgem pela Internet, visando reduzir o movimento das agências e cortar custos. Devido a isso, houve êxito em transformar a Internet no canal de atendimento bancário mais utilizado no Brasil, em 2009.
Os brasileiros passam, em média, 6,3 horas por mês em comunidades como Facebook, Orkut e Twitter, um número 50% maior que o dos americanos. "Os clientes já estão ativamente na web 2.0. Faltam os Bancos e as Seguradoras".
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