Segundo publicação da Revista Exame, edição especial com as melhores e maiores empresas do Brasil, o destaque do ano, setor varejo, ficou com a empresa carioca HERMES. Ela teve 30% de aumento nas vendas em 2009. A Hermes possui 500 mil vendedores de rua, 15 mil itens comercializados em cada um dos catálogos (utilidades domésticas, peças de confecção, calçados, bijuterias e até uma linha própria de cosméticos) e 70% do faturamento da empresa gerado por VENDAS NA INTERNET.
A B2W, dona de sites como Americanas.com e Submarino, se tornou líder no mercado de varejo on-line com uma boa taxa de crescimento em 2009. Graças ao aproveitamento do E-COMMERCE, fechou o ano com o faturamento de 2,8 bilhões de dólares, o que corresponde a mais de três milhões de reais. A B2W se consagrou na edição especial da Revista Exame como varejista que mais gerou riqueza por empregado. Também figurou entre as 3 empresas de varejo com melhor liquidez e entre as 5 mais rentáveis.
O desenvolvimento tecnológico e o crescimento da Internet geraram o fenômeno das lojas virtuais. A compra pelo meio digital é diferente da compra realizada num ambiente varejista e por isso exige maior credibilidade do consumidor.
Os principais benefícios na compra pela Internet são: economia de tempo, conveniência de realizar a compra de casa, possibilidade de comprar a qualquer hora do dia, comparação de produtos e preços.
As ferramentas de compra devem proporcionar além de informação, o prazer e o entretenimento ao usuário (prova virtual, simulação de uso do produto) para maior impacto na intenção de compra do consumidor.
Em resumo, o perfil do consumidor digital brasileiro é 38% de renda familiar entre R$ 1.000,00 e R$ 3.000,00; 38% com idade entre 35 e 49 anos; 32% com nível superior completo; e 60% do sexo masculino (Pesquisa realizada pela Consultoria Especializada em Comércio Eletrônico E-Bit em 2008).
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