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Natela Soluções Web apresenta novo site do Marquinho Automóveis

Natela Soluções Web apresenta novo site do Marquinho Automóveis

A Natela criou um projeto customizado para a empresa Marquinho Automóveis, que vem atuando no mercado de compra e venda de veículos novos e usados na cidade de Blumenau e construindo uma história de sucesso.

 
A área “Busque seu veículo” ganha destaque na home do site. O layout intuitivo e profissional facilita a navegação do usuário, auxiliando o mesmo a encontrar o veículo de sua preferência com mais agilidade e eficácia ao mesmo tempo em que transmite credibilidade nas informações apresentadas. Links para conteúdos importantes como informações da empresa, veículos, IPVA/Multas e página no Facebook estão no topo direito da página inicial do site, de forma clara e simples.

 

Na home também já é possível, após a área “benefícios”, conferir as principais ofertas da revendedora multimarcas, atraindo ainda mais a atenção do internauta e despertando o interesse para saber mais.


Para maior facilidade e visibilidade do espaço físico, em todas as abas, juntamente ao rodapé, é disponibilizado um mapa para explorar a localização da empresa. No rodapé também está disponibilizado o telefone de contato da empresa e direcionamento para as Redes Sociais.

Todo o site possui design responsivo, ou seja, foi construído para se adaptar às diversas plataformas de navegação, como dispositivos desktop, tablet e mobile.

 

 

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Inaugurado o primeiro museu de memes do Brasil

Inaugurado o primeiro museu de memes do Brasil

Tá saindo da jaula o maior museu que você respeita. A Universidade Federal Fluminense acaba de lançar o projeto acadêmico mais diferentão de 2017 (e quiçá da história recente): o Museu de Memes. O acervo virtual lista clássicos instantâneos como John Travolta em Pulp Fiction, o forninho de Geovanna (sim, o nome dela é com “e”) e até o esquecido Harlem Shake.

Parece piada, mas não é. Há um artigo sobre cada um dos memes que já estão na base de dados. Gráficos com a curva de popularidade de cada viral são acompanhados de uma lista de aplicações e exemplos notáveis, curiosidades sobre as personagens envolvidas e até menções a órgãos públicos que tentaram entrar na brincadeira – e pagaram de tiozão. Já acabou, Jéssica, ou você quer mais?

Além da lista em si, há entrevistas com administradores de páginas famosas e artigos em que se discute a viabilidade, o objetivo e a legitimidade de tocar o projeto. Em uma análise sobre a eficácia de protestos virtuais como os vomitaços, pesquisadores discutem a internet como espaço público, e questionam se manifestações de corpo presente são mesmo mais eficientes que um belo flood nos comentários. Em um papo com o Dinofauvo Fanho, você descobre muito sobre a fauna dinofáurica da web. E há até um texto que responde a primeira pergunta que vem à cabeça de todo mundo: para que serve, afinal, uma coleção dessas?

O acervo, como a Wikipedia, é colaborativo e aceita “doações”, então é só escolher seu meme favorito e testar suas habilidade de enciclopedista do humor no século 21 – a grávida de Taubaté ainda não tinha um artigo até a publicação desta nota, quem se habilita? Por trás do humor há bastante jargão acadêmico, e constatações sábias sobre a amnésia coletiva contemporânea e o meme como uma piada que depende de seu contexto – e não pode ser entendida fora dele. Só tome cuidado: o site é magnético, armadilha para procrastinadores natos.

Fonte: Super Interessante

 

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Boicotes geram mudanças no Google

Boicotes geram mudanças no Google

Duas semanas após uma crise de repercussão internacional, que teve como resultado o boicote de marcas no Reino Unido e Estados Unidos ao YouTube, após a descoberta de que anúncios estavam aparecendo vinculados a vídeos extremistas, o Google vem tomando medidas para aumentar a segurança das empresas que investem na plataforma. Dentre elas, um acordo fechado recentemente com a comScore para o fornecimento de relatórios de segurança independentes em campanhas veiculadas no YouTube.

De acordo com a comScore e o Google, a colaboração é parte dos esforços para oferecer aos anunciantes maior visibilidade do contexto no qual seus anúncios são exibidos. “Monitorar o conteúdo on-line para a segurança da marca é um desafio complexo, especialmente em um ambiente que tem a vasta escala e o crescimento do YouTube”, disse, em comunicado, Dan Hess, vice-presidente executivo de produtos da comScore.

De acordo com Philipp Schindler, Chief Business Officer do Google, a parceria faz parte dos esforços da empresa de ampliar as ferramentas de transparência e visibilidade. “Começaremos a oferecer relatórios de segurança de marca no YouTube feitos por instituições reconhecidas no mercado. Estamos trabalhando com empresas credenciadas pelo Media Rating Council (MRC) para verificação de anúncios e começaremos a integrar essas tecnologias em breve”, disse Schindler, também em comunicado.

Schindler lembra que, nos últimos dias, a empresa tem dialogado com anunciantes em busca de uma solução. “Ficou evidente que os vídeos que eles haviam sinalizado receberam menos de 1 milésimo do percentual das impressões totais de anúncios feitos por empresas. É claro que removemos esses anúncios imediatamente quando descobrimos que foram exibidos por engano em conteúdo que não atendem às nossas políticas”, esclareceu Schindler.

Outras mudanças aplicadas pelo Google incluem maior controle dado às marcas sobre onde seus anúncios estão sendo veiculados. Informação que foi adiantada por Allan C Thygesen, presidente do Google para as Américas, em entrevista ao Meio & Mensagem. “Desapontamos grandes anunciantes no Reino Unido. Todas as medidas anteriores não estavam boas o suficiente e estamos anunciando novas ferramentas para aprimorar nosso sistema de segurança e permitir que os anunciantes estejam mais seguros ao veicular anúncios em nossas plataformas”, disse Allan.

O Google também passa a ter mudanças mais claras com anúncios, aumento de revisões de processos feito por humanos e configurações que permitem às marcas agirem com maior rapidez em casos que os anúncios apareçam vinculados a conteúdo inapropriado. “Acreditamos que a combinação dessas políticas e controles fortalecerá significativamente a capacidade das marcas de alcançar seu público em escala incrível com grande confiança”, diz o Google.

Na semana passada, também como forma de melhorar o ambiente para marcas, o YouTube anunciou uma grande mudança no seu modelo de remuneração. A partir de agora, os criadores precisam alcançar 10 mil visualizações em um canal antes de poder vincular anúncios a seu conteúdo. “Este novo limite nos dá informação suficiente para determinar o valor de um canal. Isso também nos permite confirmar se um canal está seguindo nossas diretrizes e políticas e anúncios. Ao estipular o limite de 10 mil visualizações, também garantimos que o impacto será mínimo em aspirantes à produtores de conteúdo”, disse Ariel Bardin, VP de produto do YouTube, em post da plataforma.

Convocação ao mercado publicitário

Em nota emitida na tarde desta terça-feira, 11, Cristiano Nobrega, presidente do IAB Brasil, convocou o mercado publicitário a discutirem a questão da transparência e segurança na publicidade digital. “As questões de brand safety constantemente são discutidas na publicidade, em seus diversos meios. Sempre houve a preocupação por parte dos anunciantes em buscar um ambiente seguro para a exposição de suas marcas. No ambiente digital, isso não é diferente. Assim como já vivido em outros meios, é preciso tomar providências para garantir um ambiente ideal ao anunciante. E assim será feito para o bem do ambiente em que atuamos. Identificando fragilidades, o mercado se organizará no sentido de minimizar ou eliminar seus efeitos”, disse Cristiano.

 

Fonte: Meio e Mensagem

 

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